fbpx

Silva & Freitas

Entenda a diferença dos cordões da inclusão e saiba seus direitos como autista

A conscientização sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA) avançou significativamente no Brasil nos últimos anos. No entanto, muitas famílias e autistas adultos ainda enfrentam barreiras diárias para ter seus direitos respeitados em escolas, planos de saúde e repartições públicas.

Uma das principais ferramentas de acessibilidade visual hoje são os cordões de identificação. Mas você sabe qual é a real diferença entre o cordão de girassol e o cordão de quebra-cabeça? E, mais importante, você sabe como usá-los para garantir os direitos previstos na legislação brasileira?

Os cordões da inclusão, qual é a diferença?

Os cordões são grandes aliados na identificação de prioridades e no combate ao preconceito. Contudo, eles possuem significados e aplicações distintas no cotidiano.

1. O cordão de quebra-cabeça (símbolo do autismo)

O laço feito de peças de quebra-cabeça coloridas é o símbolo universal da conscientização do autismo.

  • Para que serve: identificar especificamente a pessoa com TEA.
  • Uso prático: facilita o reconhecimento imediato por autoridades, funcionários de estabelecimentos comerciais e segurança de que aquele indivíduo possui direito ao atendimento prioritário e suporte diferenciado.

2. O cordão de girassol (deficiências ocultas)

Instituído oficialmente no Brasil pela Lei Federal nº 14.624/2023, o cordão verde estampado com girassóis tem um espectro mais amplo.

  • Para que serve: identificar pessoas com deficiências ocultas — aquelas que não são fisicamente evidentes à primeira vista (como autismo, TDAH, deficiência auditiva, demências, Crohn, entre outras).
  • Uso prático: sinaliza discretamente para a equipe do local que a pessoa pode necessitar de suporte especial, paciência ou tempo diferenciado no atendimento, sem a necessidade de explicações constrangedoras.

Atenção: O uso do cordão é opcional e serve para facilitar o dia a dia. No entanto, o uso do acessório não substitui o laudo médico ou a Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (CIPTEA) para fins de comprovação legal formal.

O primeiro passo para qualquer direito

Precisamos destacar o documento mais importante para a efetivação de qualquer direito: o laudo médico.

Para que tenha validade jurídica robusta e evite negativas de planos de saúde ou escolas, o laudo deve ser extremamente detalhado e conter:

  • Classificação Internacional de Doenças: indicação expressa do CID-10 (F84.0) ou CID-11 (6A02).
  • Descrição de dificuldades: detalhamento das barreiras de fala, comportamento e interação social.
  • Terapias específicas e métodos: indicação das especialidades necessárias (ex: Psicoterapia ABA, Fonoaudiologia especialista em apraxia com método PROMPT, Terapia Ocupacional com Integração Sensorial em Ayres, etc.).
  • Urgência e dinamismo: menção expressa de que o tratamento não pode sofrer interrupção (sob risco de sérios danos) e que o plano terapêutico pode ser adaptado a qualquer momento.

Direitos práticos dos autistas que você precisa conhecer

A pessoa autista é considerada pessoa com deficiência para todos os efeitos legais. A Lei 12.764/12 (Lei Berenice Piana) garante uma série de proteções que, se violadas, podem ser questionadas judicialmente. Veja os principais direitos:

Educação Inclusiva e de Qualidade

  • Matrícula garantida: nenhuma escola pode negar a matrícula ou cobrar valores adicionais de alunos autistas. Esse ato é estritamente ilegal, passível de indenização por danos morais e ação criminal.
  • Professora de apoio (acompanhante especializada): o autista tem direito a suporte individualizado na sala de aula regular, sem custo extra, desde que a necessidade esteja expressa no laudo médico.
  • Acompanhante terapêutico (AT): as escolas devem permitir o acesso do AT (profissional de saúde multidisciplinar) no âmbito escolar se houver indicação médica.

Saúde e Planos de Saúde

  • Tratamento integral e sem limites: o plano de saúde NÃO PODE limitar o número de sessões de terapias (como ABA, TO, Fono) indicadas pelo médico. Listas de espera abusivas também são ilegais.
  • Direito mesmo sem diagnóstico fechado: se a criança estiver em processo de investigação para o TEA, ela já possui o direito de iniciar as terapias precocemente.
  • Acesso a medicações: o fornecimento de medicações específicas, incluindo o Canabidiol (quando justificada a falha de outros tratamentos), pode ser exigido judicialmente.

Benefícios Financeiros e Isenções

  • Saque do FGTS: pais de filhos autistas têm o direito de sacar o saldo do FGTS para ajudar no custeio dos tratamentos médicos e terapêuticos.
  • Isenção de impostos (IPVA, IPI e ICMS): direito à isenção de impostos para a compra e propriedade de veículos, mesmo que o automóvel seja dirigido pelos responsáveis e não esteja no nome da criança.
  • BPC/LOAS: famílias de baixa renda com integrantes autistas têm direito ao benefício mensal de um salário mínimo, observados os critérios de renda per capita.
  • Redução da jornada de trabalho: servidores públicos que possuem filhos autistas têm direito à redução da jornada sem diminuição salarial ou prejuízo para a aposentadoria.

Sofreu discriminação ou teve direitos negados?

A violação dos direitos da pessoa autista seja a negativa de matrícula, a recusa de cobertura pelo plano de saúde ou episódios de bullying gera o direito à reparação por danos morais.

Para agir legalmente, reúna toda a documentação necessária:

  1. Laudo médico atualizado e detalhado;
  2. Negativas por escrito (da escola, do plano de saúde ou da Caixa Econômica, por exemplo);
  3. Provas da violação (boletins de ocorrência, e-mails, mensagens de WhatsApp, testemunhas ou filmagens).

O escritório Autismo & Justiça atua de forma especializada em todo o território nacional para garantir que as leis saiam do papel e transformem a vida das famílias.

Se você precisa de auxílio para o seu caso, entre em contato conosco!

O que você precisa saber sobre seu direito ao acesso à medicação para autistas

O tratamento do Transtorno do Espectro Autista (TEA) é multidisciplinar e, em muitos casos, a medicação desempenha um papel crucial na regulação de comorbidades, permitindo que o autista tenha uma melhor qualidade de vida e aproveitamento das terapias.

Como especialista na área, vejo diariamente famílias enfrentando barreiras para obter fármacos essenciais, inclusive o canabidiol, que tem sido um divisor de águas para muitos pacientes.

A Lei 12.764/12 (Lei Berenice Piana) é clara: o autista tem direito a atenção integral às suas necessidades de saúde, o que inclui o fornecimento de medicamentos.

O papel soberano do médico no tratamento

Um ponto fundamental que toda família deve compreender é que quem determina o tratamento é o médico, e não o plano de saúde ou o Estado. Se o médico assistente prescreveu uma medicação específica, as operadoras de saúde e o SUS têm a obrigação de fornecê-la na dosagem e tempo indicados.

Isso se aplica inclusive em situações onde o diagnóstico de TEA ainda está em investigação. O direito ao atendimento integral é garantido mesmo sem o diagnóstico definitivo fechado.

Medicação e planos de saúde

Muitas vezes, as operadoras de saúde tentam limitar o acesso a tratamentos ou medicamentos de alto custo. É importante saber que:

  • Negativa de cobertura: o plano não pode negar medicamentos essenciais ao tratamento prescrito pelo médico.
  • Limitação de sessões ou fármacos: é ilegal estabelecer limites que prejudiquem a evolução do paciente.
  • Uso do canabidiol: já existem precedentes sólidos para garantir o fornecimento de medicação à base de canabidiol quando devidamente prescrita.

Como garantir esse direito

Para ingressar com uma ação judicial ou requerimento administrativo visando o fornecimento de medicação, a peça-chave é o laudo médico robusto.

O que deve constar no laudo médico:

  • CID: identificação clara (CID-10 F84.0 ou CID-11 6A02).
  • Urgência e necessidade: indicação expressa da medicação e o porquê dela ser essencial.
  • Histórico terapêutico: se possível, mencionar outros medicamentos já testados que não surtiram efeito, destacando por que o atual é o único eficaz.
  • Riscos da interrupção: deixar claro que a falta do remédio pode causar sérios danos ao desenvolvimento do autista.

Documentos Complementares

  • Documentos pessoais do autista e do responsável:
    • RG
    • CPF
    • Certidão de nascimento
  • Comprovante de residência e renda (para fins de justiça gratuita).
  • Negativa formal do plano de saúde ou do órgão público.

Conclusão

A jornada do autista e de sua família não deve ser interrompida por burocracias. A medicação é um direito garantido por lei para assegurar a dignidade e o bem-estar da pessoa com deficiência.

Se você enfrenta dificuldades para obter os remédios necessários, busque orientação jurídica especializada para garantir que a lei seja cumprida. Importante: Cada caso possui particularidades que devem ser analisadas por um advogado qualificado para garantir a melhor estratégia jurídica.

O papel das empresas na inclusão de pessoas autistas

As empresas têm um papel fundamental na promoção da inclusão de pessoas autistas no mercado de trabalho. Desde a adoção de práticas sensíveis às necessidades dessa população até a conscientização e capacitação de seus times, as organizações podem criar oportunidades e um ambiente acolhedor para o desenvolvimento de talentos autistas.

Desafios comuns enfrentados por pessoas autistas no mercado de trabalho

Comunicação

Pessoas autistas muitas vezes têm dificuldades com comunicação não verbal, interpretação de expressões faciais e linguagem corporal. Isso pode gerar mal-entendidos e barreiras no ambiente corporativo.

Sensibilidade sensorial

Estímulos sensoriais comuns no ambiente de trabalho, como luzes brilhantes, ruídos altos e multidões, podem ser muito desafiadores e estressantes para pessoas autistas.

Rotina e transições

Mudanças de rotina e transições inesperadas podem causar ansiedade e dificuldades para pessoas autistas, que geralmente preferem ambientes estruturados e previsíveis.

Sobrecarga cognitiva

Ambientes de trabalho agitados e a necessidade de lidar com várias tarefas simultâneas podem sobrecarregar as habilidades de processamento cognitivo de pessoas autistas.

Com pequenos ajustes a empresa pode gerar um ambiente acolhedor para que o autista possa desenvolver seu trabalho com qualidade e alta desempenho.

É muito importante que as pessoas enxerguem esses ajustes como necessários e não como caprichos, pois podem não fazer sentido para as pessoas típicas, mas que fazem total diferença na vida das pessoas atípicas.


Leia também:

Direitos dos autistas em planos de saúde

Seu filho autista recusa a roupa de frio?

Você autista, conhece seus direitos?

Autismo e o acesso à saúde pública

O acesso à saúde pública é um desafio significativo enfrentado pelas pessoas com autismo no Brasil. Essa população enfrenta barreiras de comunicação, falta de compreensão de suas necessidades específicas e escassez de profissionais de saúde capacitados para atendê-los.

No entanto, com ações e políticas públicas voltadas para a melhoria desse cenário, é possível ampliar o acesso e a qualidade da assistência, promovendo um acompanhamento integral e eficaz.

Desafios enfrentados pelas pessoas com autismo no sistema de saúde brasileiro:

Falta de especialização

Profissionais de saúde nem sempre estão preparados para lidar com as características e particularidades do autismo, resultando em atendimentos inadequados.

Infelizmente o mercado atual conta com poucos profissionais especialistas em atendimento da pessoa autista.

Escassez de recursos

Insuficiência de serviços especializados, longos tempos de espera e dificuldade de acesso a tratamentos e terapias essenciais. É extremamente necessário investimento em políticas públicas voltadas especificamente para o tratamento dos autistas.

Para que o tratamento seja eficaz deve ser efeito com profissionais especialistas.

Tratamento com profissionais sem especialização podem levar a diagnósticos incorretos, tratamentos inadequados e uma experiência negativa no sistema de saúde, prejudicando a qualidade de vida das pessoas com autismo.

Dessa forma é extremamente importante a capacitação dos profissionais no atendimento dos pacientes autistas. Conscientizar os profissionais de saúde sobre as características e necessidades específicas das pessoas com autismo, promovendo uma abordagem empática e inclusiva.

Oferecer treinamentos e recursos que equipem os profissionais de saúde com habilidades de comunicação e estratégias de atendimento adequadas ao público autista.

Profissionais capacitados serão capazes de adaptar os serviços de saúde, proporcionando um acompanhamento mais eficaz e uma experiência positiva para as pessoas com autismo.

Para isso acontecer, é necessário o aumento do financiamento público para a criação e manutenção de serviços de saúde especializados no atendimento a pessoas com autismo.

Implementação de programas de treinamento obrigatório para profissionais de saúde sobre as especificidades do autismo.

Adaptação dos ambientes e procedimentos de saúde para atender às necessidades sensoriais e de comunicação do público autista.

Articulação entre os setores da saúde, educação e assistência social para oferecer uma assistência integral e coordenada. Com a implementação dessas ações e políticas públicas, é possível melhorar significativamente o acesso e a qualidade da assistência à saúde para a população com autismo no Brasil, promovendo uma inclusão efetiva e um acompanhamento especializado.


Leia também:

Você autista, conhece seus direitos?

O que você precisa saber sobre seu direito ao acesso à medicação para autistas

Planos de saúde e autismo: a conscientização como arma contra negativas

Autista em Montes Claros não paga para ir ao cinema?

Essa é uma verdade que poucos autistas têm conhecimento. Meu nome é Bruno Freitas, sou autista, professor e advogado especialista nos direitos dos autistas.

Aqui em Montes Claros/MG foi aprovada uma lei que garante a entrada gratuita para os autistas em eventos sócios culturais. É a lei 4.338/11, já salva essa lei no seu telefone.

Dessa forma, temos direito a entrar no cinema, parques, circos, shows gratuitamente. E tem mais, o seu acompanhante só paga meia entrada.

Temos aqui em nossa cidade a Exposição, que acontece todos os anos, com vários shows, e a resposta é sim, você autista não paga para entrar.

Para comprovar sua condição o autista pode apresentar o laudo médico, a carteira da Ademoc, a carteira de identidade que conste essa condição ou a CIPTEA (carteira de identificação da pessoa com transtorno do espectro autista).

Agora que você sabe desse direito é aproveitar e se divertir.

Caso você ou alguém de sua família seja impedido de exercer esse DIREITO chame a polícia e busque um profissional para lhe auxiliar na reparação desse dano.


Leia também:

O que você precisa saber sobre seu direito ao acesso à medicação para autistas

O guia completo sobre quem tem direito ao BPC/LOAS para autistas

Autistas podem ter direito a um benefício mensal vitalício

Autismo e mercado de trabalho: desafios e direitos

As pessoas com transtorno do espectro autista (TEA) enfrentam diversos desafios ao ingressar no mercado de trabalho, mas também possuem direitos que lhes garantem oportunidades de emprego e adaptações necessárias. É fundamental compreender as necessidades específicas dessa população e implementar medidas que permitam sua inclusão e desenvolvimento profissional.

Oportunidades de emprego e adaptações necessárias

Pessoas com TEA possuem habilidades únicas e valiosas que podem ser aproveitadas em diversos setores do mercado de trabalho. Entretanto, é fundamental que o ambiente de trabalho seja adaptado para atender às suas necessidades específicas, como:

Rotinas estruturadas

Estabelecer uma rotina de trabalho clara e previsível, com horários definidos e tarefas bem delimitadas, pode ajudar a reduzir a ansiedade e melhorar o desempenho.

Ambiente sensorial

Minimizar estímulos sensoriais intensos, como ruído, iluminação excessiva ou textura de materiais, para criar um ambiente mais tranquilo e favorável à concentração.

Apoio e acompanhamento

Oferecer suporte e acompanhamento contínuo, com a ajuda de mentores ou colegas de trabalho, para auxiliar na adaptação e no desenvolvimento de habilidades.

Com essas adaptações e o reconhecimento das habilidades das pessoas com TEA, o mercado de trabalho pode se tornar um ambiente de oportunidades e inclusão para essa população.


Leia também:

Autista tem direito a benefício no INSS?

Descubra como conseguir a isenção de IPVA para autistas

Autismo e o acesso à saúde pública

Entendendo as características e necessidades dos alunos autistas para uma educação mais inclusiva

Para que um aluno autista seja acolhido no âmbito da escola, algumas características, desses alunos, devem ser observadas e respeitadas acima de tudo. Deve ser compreendido que essas crianças precisam de um tratamento diferenciado em alguns aspectos, vejamos:

Comunicação diferenciada

Alunos autistas geralmente se comunicam de forma única, com dificuldades em linguagem verbal e não verbal. As escolas devem estar preparadas para utilizar métodos alternativos de comunicação, como pictogramas, linguagem de sinais e tecnologias assistivas.

Sensibilidade sensorial

Esses alunos podem apresentar hiper ou hipossensibilidade a estímulos sensoriais, como sons, luzes e texturas. As salas de aula devem ser projetadas com iluminação, acústica e disposição de mobiliário que minimize esses estímulos.

Rotinas e estrutura

Alunos autistas se sentem mais confortáveis com rotinas, horários e estruturas previsíveis. As escolas devem fornecer uma rotina clara e consistente, com avisos sobre mudanças na programação.

Interações sociais

Dificuldades em interações sociais e entendimento de regras sociais são comuns no espectro autista. As escolas podem promover atividades em grupo e ensinar habilidades sociais de forma gradual e estruturada.

É possível a inclusão dos autistas nas escolas regulares, sendo necessário apenas boa vontade das pessoas envolvidas no processo.


Leia também:

Conscientização nas escolas: o primeiro passo para inclusão autista

Autismo e o acesso à saúde pública

Isenção de IPI, ICMS e IPVA para autistas

Os principais desafios da inclusão autista no Brasil

Conscientização

Apesar dos avanços, ainda existe um grande desconhecimento sobre o espectro autista na sociedade brasileira. Muitos ainda associam o autismo a deficiências mentais ou comportamentais, quando, na verdade, trata-se de uma condição neurológica complexa com diversos graus de manifestação. A falta de informação e sensibilização dificulta a aceitação e o apoio às pessoas com autismo.

Acessibilidade

Ambientes públicos e privados nem sempre são adaptados para atender às necessidades especiais das pessoas com autismo. Desde a sinalização visual clara até a redução de estímulos sensoriais, a acessibilidade adequada é essencial para que esses indivíduos se sintam confortáveis e incluídos.

Acesso a serviços

Muitas famílias enfrentam dificuldades para obter diagnóstico precoce, tratamento e acompanhamento adequados para suas crianças com autismo. A escassez de profissionais especializados e a falta de cobertura de planos de saúde são alguns dos principais obstáculos no acesso a serviços essenciais.

Políticas públicas

Apesar da existência de leis e diretrizes que visam a inclusão das pessoas com autismo, sua implementação ainda é insuficiente. A falta de fiscalização e investimentos específicos compromete o alcance e a efetividade dessas políticas públicas em todo o país.


Leia também:

Planos de saúde e autismo: a conscientização como arma contra negativas

Autismo e mercado de trabalho: desafios e direitos

O guia completo sobre quem tem direito ao BPC/LOAS para autistas

Abrir bate-papo
Olá 👋
Podemos ajudá-lo?