Escolher um escritório de advocacia não deveria depender apenas de quem aparece primeiro no Google, possui mais seguidores ou apresenta a proposta mais barata.
Um processo judicial, uma negociação ou mesmo uma consulta preventiva pode envolver patrimônio, trabalho, benefícios previdenciários, relações familiares, saúde ou outros aspectos importantes da vida de uma pessoa.
Por isso, antes de contratar, vale verificar critérios objetivos como regularidade na OAB, conhecimento da área, clareza das informações, contrato, honorários, comunicação e segurança dos canais utilizados.
Também é importante observar aquilo que o profissional não promete. Na advocacia, ninguém pode assegurar antecipadamente o resultado de uma demanda.
A seguir, veja quais pontos ajudam a fazer uma escolha mais consciente.

1. Primeiro, confirme se o advogado está regularmente inscrito na OAB
Esse é um dos primeiros cuidados.
No Brasil, a advocacia é regulamentada pela Lei nº 8.906/1994, conhecida como Estatuto da Advocacia e da OAB. Entre as atividades privativas da advocacia estão a representação perante o Poder Judiciário e as atividades de consultoria, assessoria e direção jurídicas.
Antes de contratar, o interessado pode consultar os registros da Ordem dos Advogados do Brasil.
É recomendável verificar:
- nome completo do profissional;
- número da inscrição;
- se a inscrição está regular;
- se os dados apresentados correspondem à pessoa com quem está conversando.
Esse cuidado também ajuda a reduzir o risco de golpes praticados por pessoas que se apresentam falsamente como advogados.
E se a contratação for feita com um escritório?
Sociedades de advogados também possuem registro próprio perante a OAB.
Em Minas Gerais, por exemplo, a OAB/MG disponibiliza consulta específica para sociedades de advocacia, além das consultas de inscritos.
Portanto, se a contratação ocorrer em nome de uma sociedade, é possível verificar a existência do escritório nos canais oficiais da Ordem.
2. Verifique se o escritório de advocacia atua na área relacionada ao problema
O Direito possui muitas áreas.
Um profissional pode trabalhar predominantemente com Direito Previdenciário, enquanto outro concentra sua atividade em questões trabalhistas, empresariais, de consumidor, criminais, tributárias ou de família e direitos específicos, como Direitos Autistas.
Isso não significa necessariamente que um advogado precise atuar em apenas uma matéria.
O ponto principal é verificar se a equipe possui conhecimento e experiência compatíveis com o problema que será analisado.
Por exemplo, alguém que busca:
- aposentadoria ou benefício do INSS;
- reconhecimento de direitos trabalhistas;
- solução de problema com uma empresa;
- direitos relacionados ao autismo ou à pessoa com deficiência;
provavelmente terá questões jurídicas bastante diferentes.
Como avaliar isso?
Observe se o profissional consegue:
- explicar a questão de maneira compreensível;
- identificar quais informações ainda precisam ser levantadas;
- apontar possíveis caminhos;
- falar também sobre riscos e limitações;
- indicar quais documentos são relevantes;
- evitar respostas prontas antes de conhecer o caso.
Um bom atendimento jurídico não é aquele que apresenta certeza imediata, mas aquele que demonstra método para chegar a uma conclusão.
3. Desconfie de promessa de resultado
Um advogado pode explicar possibilidades jurídicas e apresentar uma avaliação técnica.
O que não deve fazer é prometer antecipadamente:
“Essa causa está ganha.”
“Você vai receber com certeza.”
“Não existe risco de perder.”
O resultado de uma questão jurídica pode depender de diversos elementos, como:
- documentos;
- provas;
- perícias;
- testemunhas;
- interpretação jurídica;
- comportamento da outra parte;
- entendimento administrativo;
- decisões judiciais;
- acontecimentos durante o processo.
Além disso, as regras de publicidade da advocacia proíbem promessas de resultado e comunicações destinadas a induzir a contratação de serviços ou estimular litígios. O Provimento nº 205/2021 determina que a publicidade jurídica tenha caráter informativo, discreto e sóbrio.
Portanto, a ausência de uma promessa não demonstra insegurança do profissional.
Muitas vezes, demonstra justamente responsabilidade.
4. Observe a forma como o caso é analisado
Uma análise jurídica séria normalmente exige mais do que uma conversa de poucos minutos.
Dependendo da situação, o advogado pode precisar verificar:
- documentos;
- datas;
- contratos;
- comprovantes;
- extratos;
- processos anteriores;
- decisões administrativas;
- registros profissionais;
- documentos médicos;
- vínculos empregatícios;
- contribuições previdenciárias;
- comunicações entre as partes.
Por isso, pode ser precipitado concluir que alguém possui ou não determinado direito apenas a partir de uma frase.
Um bom sinal é quando o profissional faz perguntas
Perguntas demonstram que o caso está sendo analisado individualmente.
Por exemplo:
“Quando isso aconteceu?”
“Existe algum documento que comprove essa situação?”
“A empresa respondeu formalmente?”
“Houve processo anterior?”
“Qual era o vínculo de trabalho naquela época?”
Essas perguntas ajudam a identificar fatos que podem modificar completamente a orientação jurídica.
5. Avalie se as explicações são compreensíveis
Um profissional do Direito precisa conhecer a linguagem técnica.
Mas isso não significa que o cliente precise conhecê-la.
Ao conversar com um escritório, observe se as explicações permitem compreender:
- qual é o problema;
- quais são as possibilidades;
- quais documentos serão necessários;
- quais são os riscos;
- quais etapas podem ocorrer;
- quais responsabilidades cabem ao cliente;
- quais responsabilidades cabem ao advogado.
Termos jurídicos eventualmente serão necessários.
Quando aparecerem, porém, devem ser explicados.
Clareza não significa simplificar demais o Direito. Significa tornar a informação jurídica compreensível para quem precisa tomar uma decisão.
6. Pergunte quem ficará responsável pelo seu caso
Em alguns escritórios, o advogado que realiza a primeira conversa também conduz diretamente todas as etapas.
Em outros, existe uma equipe com divisão de responsabilidades.
Os dois modelos podem funcionar.
O importante é saber como será o atendimento.
Antes de contratar, pode ser útil perguntar:
- quem será responsável pela análise;
- como as atualizações serão enviadas;
- qual canal deve ser utilizado para dúvidas;
- quem acompanha documentos e prazos;
- como o cliente será informado sobre acontecimentos relevantes.
A estrutura interna do escritório de advocacia, por si só, não determina a qualidade do trabalho.
O que importa é existir organização, responsabilidade profissional e comunicação adequada.
7. Entenda exatamente o que está incluído na contratação
Esse é um dos cuidados mais importantes.
Contratar um advogado para elaborar uma consulta jurídica não é necessariamente o mesmo que contratá-lo para ajuizar e acompanhar um processo.
Da mesma forma, um contrato pode abranger apenas determinada fase.
Por isso, o objeto da contratação deve estar claro.
O Código de Ética e Disciplina da OAB orienta que a prestação de serviços seja contratada preferencialmente por escrito. O contrato deve estabelecer com clareza e precisão, entre outros elementos:
- objeto da contratação;
- honorários;
- forma de pagamento;
- extensão da atuação;
- eventual limitação a determinado grau de jurisdição;
- tratamento da situação em caso de acordo ou transação.
Antes de assinar, leia o documento inteiro.
Se alguma cláusula não estiver clara, peça explicação.
8. Entenda como funcionam os honorários
O valor cobrado não deve ser o único critério de escolha.
Também não é recomendável presumir que o serviço mais caro será necessariamente melhor ou que o mais barato será necessariamente pior.
O importante é compreender o que está sendo contratado e como será feita a cobrança.
Pergunte:
- qual é o valor dos honorários;
- quando serão pagos;
- se existe parcela inicial;
- se existe honorário condicionado ao resultado;
- quais serviços estão incluídos;
- se haverá custos adicionais;
- como ficam as despesas processuais;
- o que acontece em caso de acordo;
- como funciona eventual encerramento antecipado da contratação.
Essas condições devem ser avaliadas antes da assinatura.
O Código de Ética da OAB prevê expressamente que o contrato esclareça honorários e forma de pagamento.
9. Diferencie honorários advocatícios de custas e despesas
Outro ponto que costuma causar dúvidas é a diferença entre honorários e despesas do processo.
Honorários advocatícios
São a remuneração pelo trabalho do advogado.
Custas judiciais
São valores eventualmente cobrados pelo Poder Judiciário pela prática de determinados atos processuais, conforme a situação.
Outras despesas
Dependendo do caso, podem existir gastos relacionados a:
- perícias;
- certidões;
- diligências;
- deslocamentos;
- documentos;
- profissionais auxiliares.
Nem todo processo possui todos esses custos.
Por isso, é importante perguntar como essas despesas serão tratadas no contrato.
10. Verifique como funciona a comunicação com o cliente no escritório de advocacia
Um processo nem sempre possui novidades diariamente.
Isso não significa que esteja parado ou abandonado.
Ao mesmo tempo, o cliente precisa saber como poderá acompanhar acontecimentos importantes.
Antes da contratação, procure entender:
- quais canais oficiais o escritório utiliza;
- como são enviadas atualizações;
- em quanto tempo normalmente são respondidas mensagens;
- como documentos devem ser encaminhados;
- como ocorre o acompanhamento processual;
- quem procurar em caso de dúvida.
Ter essa informação desde o início ajuda a alinhar expectativas.
11. Verifique os canais oficiais antes de realizar pagamentos
Esse cuidado tornou-se especialmente importante com o crescimento do golpe do falso advogado.
Criminosos podem conseguir informações públicas sobre processos e entrar em contato com clientes fingindo representar um escritório.
É comum utilizarem mensagens como:
“Seu processo foi liberado.”
“É necessário pagar uma taxa para receber.”
“Faça este PIX imediatamente para liberar seu valor.”
Quando receber uma cobrança inesperada:
- não utilize o número que acabou de entrar em contato para fazer a verificação;
- consulte o site ou outro canal oficial do escritório;
- confirme diretamente com a equipe responsável;
- confira cuidadosamente os dados do destinatário;
- desconfie de pedidos urgentes e inesperados.
Esse cuidado deve ser mantido mesmo depois da contratação.
12. Pesquise a presença institucional do escritório
A presença digital não determina sozinha a qualidade de um profissional, mas pode oferecer informações úteis.
Verifique:
- site institucional;
- identificação dos profissionais;
- canais oficiais;
- endereço, quando informado;
- conteúdos jurídicos publicados;
- coerência entre as áreas anunciadas e os profissionais apresentados;
- informações de contato.
Também é possível pesquisar o nome dos profissionais diretamente nos cadastros da OAB.
Avaliações na internet são importantes?
Podem ser consideradas como uma das informações disponíveis, mas não devem ser o único critério.
Avaliações online possuem limitações.
Elas não permitem verificar todo o contexto de cada atendimento nem podem substituir a análise de elementos objetivos como regularidade profissional, contrato, transparência e conhecimento técnico.
13. Cuidado com títulos e afirmações exageradas
Expressões como:
- “melhor advogado da cidade”;
- “número 1 do Brasil”;
- “100% de causas ganhas”;
- “resultado garantido”;
merecem atenção.
A publicidade profissional na advocacia está sujeita a limites éticos.
O Provimento nº 205/2021 proíbe, entre outros comportamentos, expressões de auto engrandecimento, comparações e promessa de resultados. Também estabelece que as informações divulgadas devem ser objetivas e verdadeiras.
A OAB também veda pagamento ou patrocínio destinado a viabilizar aparição em rankings ou premiações que busquem destacar profissionais mediante contrapartida.
Portanto, avaliamos os títulos publicitários com senso crítico.
14. Escritório grande é necessariamente melhor?
Não.
O tamanho da equipe não determina sozinho a qualidade da orientação.
Um escritório pequeno pode oferecer excelente atendimento em determinado tipo de demanda. Um escritório maior pode possuir estrutura adequada para atender grande volume ou casos que dependem da integração entre diferentes áreas.
A pergunta mais útil é:
“Esse escritório possui estrutura e conhecimento adequados para a minha necessidade?”
Observe:
- experiência na matéria;
- organização;
- clareza;
- disponibilidade;
- método de atendimento;
- acompanhamento;
- responsabilidade profissional.
Esses critérios costumam ser mais úteis do que simplesmente contar quantos profissionais trabalham no local.
15. Preciso contratar um advogado da minha cidade?
Não necessariamente.
Atualmente, os escritórios de advocacia podem oferecer muitos serviços jurídicos à distância.
O escritório de advocacia digitaliza amplamente processos judiciais e procedimentos administrativos e realiza reuniões, análise documental, assinatura de contratos e comunicação de forma remota.
Isso permite que uma equipe localizada em outra cidade atenda uma pessoa no Norte de Minas, por exemplo — e que o escritório de Montes Claros acompanhe determinadas demandas de clientes de outras regiões do país.
Quando a proximidade física pode ser importante?
Existem situações em que atendimento presencial, diligências locais ou conhecimento da realidade regional podem trazer conveniência.
Por isso, a escolha entre atendimento presencial e remoto depende do tipo de demanda e da preferência do cliente.
16. Como escolher um escritório de advocacia em Montes Claros ou no Norte de Minas?
Os critérios são os mesmos utilizados em qualquer outra região.
Quem procura um escritório de advocacia em Montes Claros ou em cidades do Norte de Minas pode observar:
- regularidade dos profissionais perante a OAB/MG;
- registro da sociedade;
- experiência nas áreas relacionadas ao caso;
- clareza na primeira orientação;
- contrato de honorários;
- canais de atendimento;
- forma de acompanhamento;
- possibilidade de atendimento presencial ou online.
A OAB Minas Gerais possui mecanismos de consulta que permitem verificar tanto profissionais quanto sociedades inscritas.
A localização pode ser um diferencial de conveniência, mas não deve substituir a análise dos demais critérios.
17. Posso contratar um escritório totalmente online?
Sim, dependendo do tipo de serviço.
A tecnologia permite realizar diversas etapas de maneira remota, como:
- envio de documentos;
- reunião por vídeo;
- assinatura eletrônica;
- acompanhamento;
- comunicação;
- análise de processos digitais.
As normas da OAB também permitem o uso de ferramentas tecnológicas, desde que elas não substituam a responsabilidade e o poder decisório do advogado.
O principal cuidado é garantir que o cliente esteja realmente conversando com o profissional ou escritório identificado.
18. Quais documentos levar para a primeira conversa?
Não existe uma lista universal.
Os documentos dependem do problema jurídico.
Mas normalmente é útil separar:
- documento de identificação;
- contratos;
- comprovantes;
- mensagens;
- e-mails;
- notificações;
- decisões administrativas;
- documentos médicos;
- documentos trabalhistas;
- extratos;
- fotografias;
- protocolos;
- documentos relacionados a processos anteriores.
Também ajuda preparar uma linha do tempo simples:
Informe o que aconteceu, quando ocorreu e quais providências você já adotou.
Isso permite que o profissional compreenda o caso com maior rapidez.
19. Quais perguntas fazer antes de contratar um advogado?
Uma lista simples pode ajudar:
- Quem vai analisar meu caso?
- O escritório atua com esse tipo de demanda?
- Quais documentos ainda são necessários?
- Quais são as possibilidades e os principais riscos?
- Existe alguma alternativa ao processo judicial?
- O que exatamente está incluído no contrato?
- Como funcionam os honorários e possíveis despesas?
- Como receberei informações sobre o andamento?
- Quais são os canais oficiais do escritório?
- Existe alguma providência que precisa ser tomada imediatamente?
Um profissional responsável pode não conseguir responder definitivamente a todas as perguntas antes de analisar os documentos.
Isso também é uma informação importante.
20. Quais são os principais sinais de alerta?
Tenha atenção quando houver:
- promessa de resultado;
- pressão para contratar imediatamente sem explicação;
- recusa em apresentar contrato ou esclarecer suas cláusulas;
- dificuldade para identificar quem é o advogado responsável;
- inscrição na OAB que não corresponde ao profissional;
- solicitação de pagamento para pessoas estranhas à contratação sem explicação;
- pedidos inesperados de PIX;
- comunicação baseada apenas em urgência e medo;
- informações inconsistentes sobre o caso;
- discurso de certeza antes da análise dos documentos.
Um único elemento não necessariamente demonstra irregularidade.
Mas vários sinais reunidos justificam cautela e verificação adicional.
21. O advogado precisa dizer também os riscos do caso?
Uma orientação jurídica responsável não deve apresentar apenas os argumentos favoráveis.
É importante que o cliente tenha condições de compreender:
- pontos positivos;
- fragilidades;
- necessidade de provas;
- possíveis interpretações contrárias;
- custos;
- tempo;
- alternativas;
- consequências de cada decisão.
Isso permite uma tomada de decisão mais consciente.
Em muitos casos, a função de uma consulta jurídica não é dizer simplesmente “entre com o processo” ou “não entre”, mas fornecer informações suficientes para que o interessado compreenda seu cenário.
22. Quando uma segunda opinião jurídica pode ser útil?
Buscar uma segunda avaliação pode ser razoável quando:
- existem interpretações jurídicas diferentes;
- a questão envolve valor significativo;
- o caso é complexo;
- o primeiro atendimento não esclareceu dúvidas relevantes;
- existem estratégias diferentes possíveis;
- o interessado não compreendeu os riscos;
- há dúvida sobre a contratação proposta.
Uma segunda opinião não significa necessariamente que a primeira orientação estava errada.
O Direito pode admitir interpretações e estratégias diferentes.
Como escolher um escritório de advocacia: checklist rápido
Antes de contratar, verifique:
- o advogado está regularmente inscrito na OAB;
- a sociedade pode ser localizada nos registros oficiais;
- o escritório atua com a matéria relacionada ao problema;
- o profissional fez uma análise individualizada;
- não houve promessa de resultado;
- O escritório de advocacia explicou os riscos e as possibilidades de forma clara;
- o contrato está claro;
- você compreendeu os honorários e despesas;
- sabe quem ficará responsável pelo atendimento;
- conhece os canais oficiais;
- sabe como receberá atualizações;
- pagamentos serão feitos por meios previamente confirmados;
- O Escritório de advocacia esclareceu suas principais dúvidas.
Conclusão
Escolher um escritório de advocacia envolve mais do que comparar preços ou procurar uma promessa de solução rápida.
Regularidade profissional, conhecimento da área, transparência, contrato, clareza na comunicação e segurança são critérios mais consistentes para tomar essa decisão.
Também é importante lembrar que a advocacia lida com situações que frequentemente possuem incertezas. Um profissional responsável deve explicar possibilidades e riscos sem transformar uma avaliação jurídica em promessa de resultado.
Para quem procura atendimento em Montes Claros ou no Norte de Minas, a proximidade física pode ser conveniente. O avanço dos processos digitais facilita o acompanhamento online de muitas questões em outras cidades e estados.
A escolha adequada ocorre quando o interessado compreende quem cuidará do caso, o que será feito e os custos. Também é essencial entender os riscos e como ocorrerá a comunicação ao longo do trabalho.
FAQ — Perguntas frequentes
Como saber se um escritório de advocacia é confiável?
Verifique a inscrição dos advogados e o registro da sociedade na OAB, analise os canais oficiais, leia o contrato, observe se as explicações são claras e desconfie de promessas de resultado. Você pode verificar a regularidade profissional nos sistemas oficiais da Ordem.
Como saber se um advogado realmente é advogado?
É possível pesquisar o nome e o número de inscrição nos cadastros da OAB. Se você estiver em Minas Gerais, pode usar os sistemas de consulta disponibilizados pela OAB/MG.
O advogado pode garantir que vai ganhar o processo?
Não deve. O resultado depende das circunstâncias e provas de cada caso, além da decisão das autoridades responsáveis. As regras de publicidade da OAB também vedam promessa de resultados.
O contrato com um advogado precisa ser escrito?
O Código de Ética estabelece que a contratação seja feita preferencialmente por escrito. O documento deve esclarecer pontos como objeto, honorários, pagamento e extensão da atuação.
Preciso contratar um advogado da minha cidade?
Não necessariamente. Muitos serviços jurídicos podem ser realizados de forma online. Dependendo do caso e da preferência do cliente, contudo, a proximidade física pode facilitar reuniões, diligências e determinados atendimentos.
O que devo perguntar antes de contratar um escritório?
Pergunte quem ficará responsável pelo caso, se a equipe atua naquela matéria, quais são os riscos, o que está incluído no contrato, como funcionam honorários e despesas e de que forma serão enviadas atualizações.
É seguro contratar um advogado online?
Pode ser, desde que sejam adotados cuidados de verificação. Confirme a inscrição profissional, consulte os dados do escritório, utilize canais oficiais, leia o contrato e valide os dados antes de realizar pagamentos.
Como escolher um escritório de advocacia em Montes Claros?
A localização pode ser considerada pela conveniência, mas utilize também critérios como registro na OAB/MG, atuação na área necessária, clareza na orientação, contrato, comunicação e segurança dos canais utilizados.


