Bancos têm metas, mas você tem direitos. O que as instituições chamam de “estratégia de vendas” muitas vezes é, na verdade, assédio moral disfarçado.

Quando a meta vira ilegalidade?
A cobrança por resultados é um dever do trabalhador, mas ela encontra um limite intransponível: a dignidade da pessoa humana. Quando a pressão gera adoecimento psicológico ou burnout, a ordem foi quebrada e precisa ser restaurada.
Sinais de alerta no ambiente bancário
- Exposição vexatória: rankings de performance que humilham quem não atingiu o objetivo.
- Ameaças veladas: frases como “quem não bater a meta está fora” criam um ambiente de terror psicológico.
- Metas inatingíveis: cobranças que ignoram a realidade do mercado e forçam o bancário ao esgotamento total.
O seu direito de defesa
O banco deve o que é seu por direito. A lei pune o abuso e garante que o sofrimento causado pela busca desenfreada pelo lucro seja reparado. Não é apenas uma ação; é um acerto de contas com quem ignorou sua saúde.
